De TUDO QUE VI em Praga as cúpulas verdes e com detalhes dourados e os prédios históricos se destacam. A Ponte Carlos é um símbolo da cidade e deve ser vista de dia e à noite.

Praga é um encanto: uma cidade com monumentos suntuosos, muita história, boa comida e curiosidades para nós ocidentais, seja pela língua estranha ou pela abertura depois dos anos da cortina de ferro, mas sempre com algum aspecto que lembra essa fase. É uma cidade para ser vivenciada com os olhos e a pé. Nessa viagem fomos com os país de Rodrigo. D. Rosilda sugeriu inserir Praga no Roteiro. Apesar de não estar previsto no roteiro original, que seria apenas Itália, Suíça, Alemanha e França, esse deslocamento valeu muito.

Vista geral de praga, com seus detalhes dourados

Vista geral de praga, com seus detalhes dourados

Os dias mais longos e quentes são entre maio e agosto. A partir de outubro a temperatura média cai bastante e pode nevar e chover. A temperatura máxima em novembro não deve passar de 5ºC e é o mês que mais chove. A névoa é muito presente. Fomos entre o final de agosto e o começo de setembro. Não chouveu e as noites estavam agradáveis.

Depois de um giro de carro pela Itália, Suíça e Alemanha, deixamos o veículo em Nuremberg (Alemanha) e seguimos de trem. Foi uma boa opção, porque a estação é central em Praga. De avião poderíamos ganhar tempo, mas não curtiríamos uma viagem de trem, que é sempre boa. Nao quisemos ir de carro por dois motivos: fala-se muito em roubos e arromabamentos. Além disso, não tínhamos muitas informações sobre as estradas e se o trecho entre as cidade é longo. Aliás, temos boas histórias sobre o trem, desde a necessidade de ter em mãos tíquetes (para usar no país e quando deixa o país) até o deslocamento para o hotel. Vamos contá-las.

Em Praga, escolhemos um hotel numa área próxima das atrações de interesse. Para não errar, foi um Ibis e o nível era muito bom.

 Fachada de prédio em Praga, tudo lindo

Fachada de prédio em Praga, tudo lindo

Uma breve história: Praga é uma cidade européia central e por isso sempre atraiu mercadores estrangeiros, foi uma cidade próspera. No ano de 935, o príncipe Venceslau foi assassinado pelo irmão. Venceslau foi, depois, transformado em santo padroeiro.

A época de ouro de Praga foi sob o reinado do imperador Carlos IV. Nesse tempo, a cidade era mais importante do que Paris ou Londres. Até o século 18 Praga foi dominada por estrangeiros e somente no século 19, mesmo sob esse tipo de domínio, o patriotismo despertou com a criação de museus. Entre 1918 e 1989 foi dominada pela Alemanha comunista. A abertura de Praga, então, tem pouco mais de 20 anos. São Venceslau e Carlos IV são venerados na cidade e no país.

A cidade se divide em bairro judeu, cidade nova, cidade velha e Malá Strana. Chegar a Praga (pronuncia-se Práha em inglês) não é simples, pela logística, e normalmente não é comum ficar mais do que três ou quatro dias. Em alguns pontos e passeios a Cidade Velha se confunde com o bairro Judeu e a Cidade Nova.

Praga é uma festa: festival de dança anima as ruas

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