De TUDO QUE VI em Amsterdã os cafés às margens dos canais, a animação da cidade e os museus são marcantes. O Museu Van Gogh e a Casa de Anne Frank são inesquecíveis.

Das principais capitais europeias faltava conhecer os países baixos, região onde está situada Amsterdã. Sempre havia alguma alteração de planos ou mudança de roteiro que impediam essa viagem, mas finalmente aproveitamos uma oportunidade de ir à Turquia. Vimos que a empresa aérea KLM tinha um voo saindo do Brasil para Amsterdã, fazendo depois a ligação para Istambul. A experiência na companhia aérea foi excelente, ajudando a dar o clima dessa viagem.

Ficamos pouco tempo, mas aproveitamos em três dias e duas noites o que talvez não fizéssemos se houvesse mais tempo. Como a KLM não voa a partir do Recife, fomos para São Paulo. Foi a única parte da viagem com algum desgaste. A fila era enorme e com poucas informações em Guarulhos. Normalmente fazemos check in antecipado pela web, mas o site da companhia estava com problemas nesse dia. Depois de mais de uma hora de espera, nova fila na Polícia Federal. Coisas de Brasil.

No voo, comissários simpáticos e atenciosos, com serviço permanente. O voo é longo, quase 11 horas, e não dá para sentir fome, porque são servidas refeições, lanches, petiscos, sorvetes… A chegada ao aeroporto Schiphol, na capital holandesa, é um pouco chocante, pelo esquema de segurança. Na sala de desembarque, bem antes de pegar as malas, há várias checagens. Um primeiro policial pergunta se vai ficar na cidade ou está em conexão e manda para outro que olha o passaporte e encaminha para um guichê, onde o passaporte recebe um carimbo. Depois, tem que passar a bagagem de mão no raio-X. Ufa. Quem tinha bebidas ou cigarros em sacolas de dutty free ainda dá explicações para outro guarda.

Andamos um bocado, pegamos as malas e paramos na central de informações, onde compramos o ticket de transporte da cidade para 48 horas. Se quiser, pode comprar esse passe pagando um valor adicional que dá direito a entrada gratuita ou descontos em várias atrações e passeio de barco.

Estação central de trem em Amsterdã

Estação central de trem em Amsterdã

Numa máquina no saguão compramos tíquetes e pegamos o trem, dentro do aeroporto, direto para a Centraal Station. Na chegada ao centro, a primeira atração é perceber uma cidade cheia de canais, situada próxima ao Mar do Norte e com muitas bicicletas. Ao lado da estação há um grande estacionamento delas. Na cidade de 800 mil habitantes há 600 mil bicicletas.

A nossa expectativa era encontrar moinhos, diques, vacas, flores – especialmente tulipas – e paisagens maravilhosas. E não descansamos até encontrar. O lugar ideal para encontrar tudo isso junto é em Zaanze Schans, uma vila turística perto da capital. Essa história a gente conta AQUI.

Estrategicamente, escolhemos passar um final de semana. Chegamos no final da manhã de uma sexta-feira e ficamos até o domingo à noite. O hotel ficava perto da estação, na beira do rio IJ e com vista para o Eye Film Institute. E era novo, estava funcionando havia poucos dias. Até pedimos para um amiga pernambucana que mora em Amsterdã que checasse se o hotel estaria funcionando.

Amsterdã Hotel Room Mate Aitana

De fato, havia ainda muitas instalações a serem finalizadas e até o café da manhã estava improvisado. Mas o quarto era confortável, os funcionários atenciosos, o bar funcionava e a localização era estratégica.

Junto da estação de trem ficam os maiores estacionamentos de bicicletas, com o nosso hotel ao fundo

Junto da estação de trem ficam os maiores estacionamentos de bicicletas, com o nosso hotel ao fundo

Deixamos as malas e fomos pra rua, seguindo o nosso roteiro, que foi montado com base em pesquisas e muitas dicas de Lucile de Godoy, a pernambucana que mora na Holanda há muito tempo, a quem pedimos que passasse no hotel. As informações abriram possibilidades de conhecer os lugares turísticos e alguns mais frequentados pelos moradores locais.

Parada estratégica num bar ou café com vista para a rua e o canal

Parada estratégica num bar ou café com vista para a rua e o canal

A visita ao Museu de Van Gogh foi uma das visitas que mais gostamos, juntamente com a casa onde morou Anne Frank. Claro, sentar num café numa mesa na calçada com vista para um canal é simplesmente maravilhoso.

Fomos no mês de setembro, pegando um calor suportável durante o dia, com temperatura amena à noite, mas sem frio.

Os canais são a marca registrada da capital holandesa

Os canais são a marca registrada da capital holandesa

 

Não ficamos por aqui. Aguarde outras histórias em novos posts…